Postado em 22:59, setembro 4th, 2008
Arquivado em Supercarros Por: Danilo - Autozine.com.br

Rolls Royce Phantom Drophead Coupé - talvez o conversível mais luxuoso do mundo

Custando mais de US$400 mil (lá nos Estados Unidos), oferece detalhes inacreditáveis…

Clique aqui para ver mais.

Além do visual

e do status

O Phantom oferece até um guarda-chuva. É, um guarda chuva.

Verdade, olha onde ele fica guardado!

é só abrir a porta, que é estilo “suicida”, apertar o botão e voilá! um guarda-chuva com grife Rolls Royce!

Os mimos não param por aí

O cinzeiro deve ser de prata

Porta copos, claro.. cercado de couro

a tampa da capota, de madeira… de bom gosto!

Ou de alumínio… ou é aço?


Até o motor parece uma obra de arte. A potência? “suficiente”, de acordo com a Rolls Royce.

não precisa virar a chave, só apertar o botão para ligar.

Conforto extremo

Cada detalhe é inspecionado pra não ter uma rebarbinha ou fiozinho de costura solto

Cinza também é lindo

Um doce pra quem souber a história da estátua. E comentar.

Feio de capota fechada? de jeito nenhum!

Elegante!

Maravilhoso!

Até eu estou me enchendo com os elogios.

Será que é refrigerado? aposto que sim

Engraçado como madeira de verdade fica bonita no painel… essas imitações plásticas são horríveis! mas o original é outra coisa!

Olha o clássico relógio no meio do painel… essa madeira é realmente de bom gosto.

Isso é… não sei. Deve ser um cinzeiro e um porta treco.

Olha a classe dos botões dos vidros elétricos. E são os 4, não só os dianteiros. Chiquééérrimo.

Agora a classe mesmo está aqui - olha lá, não tem conta giros - tem um medidor de “Reserva de Potência”, que mostra quanto você tem de potência sobrando para acelerar. Sublime.

Tem air-bag, mas  não precisa ficar escrevendo no volante pra dizer que tem.

O que é isso?

Um cinzeiro. Para charutos, claro. Que finesse.

Legais as portas suicidas, principalmente para moças de saia (ficarem reclamando)

Até o interior vermelho tem classe, não parece um carro tosco.

Olha o que tem escondidos no porta-trecos central - controle elétrico dos bancos, que tem até memória.

Não sei o que é isso, se é algo pra discar o telefone com bluetooth ou código de segurança para o carro..

E preto então?

Sensacional

Detalhe do reflexo - olha uma Porsche branca lá!

Que rodas… (para ver mais rodas de super carros, clique aqui!)

é… para pouquíssimos!


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-Exagero pouco é bobagem!
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-Quando se junta a criatividade ao talento…
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Comments

Fernando on 4 setembro, 2008 at 23:09

vamos lá…
A imagem da “mulher voadora” colocada sobre o capô dos Rolls Royce é hoje sua marca registrada.
A primeira dessas estatuetas, conhecidas como Spirit of Ecstasy (Espírito de Êxtase), foi encomendada por lorde de Montagu, assim que recebeu seu carro feito à mão, em 1911.
A modelo foi sua secretária, Eleonor Thorton, por quem o nobre tinha explícita admiração.O escultor Charles Sykes foi quem recebeu a tarefa do lorde para fazer uma escultura que representasse a amada sentindo o vento e a “música” do motor de sua nova máquina. Sykes cedeu os direitos de cópia à Rolls Royce, com a condição de que ele fosse o único a produzir as peças. Somente em 1939 a obra virou equipamento padrão da fabricante.

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Rusnel on 5 setembro, 2008 at 7:01

A figura no capô do Rolls Royce se chama “The Spirit of Ecstasy” e vem sendo usado desde 1911. Por detrás dela existe uma história de amor, pois a modelo da figura, Eleanor Velasco Thornton era secretária e amante de John Edward Scott-Montagu, que por ser nobre não poderia casar com ela. Então ele idealizou uma forma de prestigiá-la e inventou a estatueta, que foi esculpida por Charles Robinson Sykes. A figura original tinha o indicador nos lábios, evocando o segredo dos amantes, o que não era lá muito segredo, e foi batizada de “The Whisper”, “A Susurrante”, um bocado de romantismo, realmente. Mas a estatueta somente adornava o Rolls de Montagu e como os outros proprietários desse carro também passaram a adotar o emblema a RR encomendou uma escultura à Sykes, para adornar todos os seus automóveis. Sykes criou então “The Spirit of Ecstasy” em 1911, usando a mesma Miss Thorton como modelo. Como o método de fundição era o da “cera perdida”, cada estatueta era única e foi assinada por Sykes até 1951. Além disso a peça era banhada à prata, o que ocasionava freqüentes furtos, pois se pensava que era maciça; no presente são feitas de níquel polido. Entretanto, o patrão Royce não gostava do adorno e este não era posto nos carros que ele e a família usavam. O fim da modelo da estatueta foi trágico e romântico (?), pois ela morreu quando o navio onde viajava para a Índia (whit Lord Montagu, of course) foi torpedeado em 1915 por um submarino alemão. Lord Montagu sobreviveu. A estatueta também é chamada de “Emily”, “Silver Lady” ou “Flying Lady”. Facinho, né? Foi só ir ao http://www.darkforce.com/royce/ecstacy.htm e pegar isso aí. Cadê o meu prêmio???

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davi viana on 5 setembro, 2008 at 8:59

O Phantom é meu sonho de consumo já faz um tempo, mas pra mim ele só presta PRETO. Eu não sou nem tão fã da versão coupé, gosto é do classicozão mesmo.

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reduce on 5 setembro, 2008 at 10:43

Eu posso estar cometendo um erro ao falar isso mas pelo menos ate pouco tempo atras era proibido usar madeira de verdade no console e volante de carros pois numa batida a madeira ao se quebrar poderia virar uma estaca e machucar os ocupantes. Não sei se esse tipo de exigencia consege atingir a RR, mas marcas como Alfa-Romeo agora usam um tipo de plastico especial imitando a madeira mas já vi ao vivo e não é qualquer plastico não, é extremamente bem feito…

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marcelo on 5 setembro, 2008 at 11:51

diz a lenda que Charles Stewart Rolls era admirador da arquitectura grega, da onde deteve-se em uma ilustração de um tablóide da época, onde uma mulher alada – The Spirit of Extase

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marcelo on 5 setembro, 2008 at 11:52

quer o meu doce……

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Joas on 5 setembro, 2008 at 12:05

Só não entendi por que umA porshe e não um porshe. Não é um carro? Um esportivo? Ou é uma “caranga” essa é das antigas?
Quanto ao Holls…
que carro maravilhoso!!!!
Será que aceitam meu Opala 91?
Um no outro!

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Brazzucca on 5 setembro, 2008 at 18:21

esse carro é “show”, uma coisa que é “feia” é essa frete de caminhão que adotaram, e com esse painel gigante e volnte simplex então… bom só não gostei ds portas suicidas isso me parece muito estranho… não sou chegado a carros brancos, mas esse está demais, mas gostaria do interior bege e não creme… e pelamordeDeus muda essas rodas… são as mesmas desde o protótipo do sedã…

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walter Reply:

pq assim como dizemos uma ferrari, tbm dizemos uma porsche… o nome é feminino

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Joe Cool on 8 setembro, 2008 at 13:36

Pelas regras gramaticais chamamos de “o” Porsche o carro e a “A” Porsche a fábrica, assim como “a” Mercedez, “a” BMW para as fábricas e o artigo “o” para os automóveis.Já o caso d”A” ferrari vem do caso da origem italiana onde carro é “macchina” e para os puristas deve se manter a lingua original da “lenda”.

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Roberto Ellery on 10 outubro, 2008 at 7:53

Detalhe sobre as rodas, quando elas giram com o carro em movimento, a calotinha central das rodas fica parada sempre com o RR na posição correta.

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JOSE RENATO on 10 outubro, 2008 at 12:40

Isso sim é luxo. O resto, sorry, é lixo!!!!!

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Carlos Eduardo on 26 outubro, 2008 at 0:36

Por menor q sejam as fotos, pude perceber o nome “airbag” escrito na parte inferior do centro do volante, ao contrário do q diz o post…

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Brian on 27 novembro, 2008 at 23:21

Voces precisam ver a minha… na porta do meu guarda roupa.

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RONALDO DE OLIVER WISNTONES on 29 novembro, 2008 at 17:06

ESTE DISPENSA COMENTARIOS O CARRO E TUDO DE BOM PERFEITO EM TUDO PARABENS PELA MATERIA MUITO BEM FEITA

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Richard on 7 janeiro, 2009 at 11:53

Sei que os carros são batizados de Phantom “Fantasma”, pois são tão silenciosos que é difícil ouvir eles se aproximando. O painel é DE MADEIRA SIM, imagina que os caras da Rolls vão meter plástico no painel, param de fabricar o carro mas não colocam plástico no painel de jeito maneira.
Há madeiras que quando quebram não deixam lascas, como a raiz de Olmo, que é usada para fabricar volantes.
Detalhe sobre o couro, nas fazandas onde as vacas que vão virar banco são criadas, as cercas e as árvores são forradas para evitar que o animal se arranhe e acabe estragando o couro.
Não é “O”, é sempre “A”, então é A Porsche. No mundo dos automóveis, carros desejados são tratados por artigo feminino, como belas mulheres ou belas amantes, o mesmo não vale pro Corcelão 78 ou Chevettão 84…

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