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Arte de Paulo Joliv

Eu tenho dois motivos pra ficar muito alegre por fazer esse post. O primeiro é que 2008 foi demais, cheio de novidades e muitas coisas boas acontecendo. Com a ajuda e as visitas constantes de vocês, o Descolex cresceu um monte e a coisa só tende a ficar melhor. O segundo motivo é que eu vou entrar de férias! Andei trabalhando tanto, que to amando essa idéia de ficar um tempo sem ver um computador na minha frente. É merecido, vai? Torço pra que 2009 seja mais incrível do que essa ano que está terminado pra todos nós. Em janeiro eu tô de volta, gente!

Arte de Alex Hoera

Feliz Natal e um ótimo Ano Novo!!!


Camiseta Alcides e Amigos

Pra terminar o ano, nada melhor do quem um editorial, né? E esse é um dos mais queridos que eu e uma equipe super ponta firme produzimos até agora. Explico o porquê: o Descolex tem essa pegada street, por isso, para nós, sempre foi muito fácil fazer fotos com tênis, bonés, camisetas e afins. Mas, dessa vez, queríamos experimentar algo novo, mais refinado e numa linguagem diferente. Porém, como se manter fiel ao lado street do blog e ao mesmo tempo trabalhar com tecidos mais finos, acabamentos mais preciosos? Como não fugir dessa linha editorial do Descolex? Quem vai dizer se fomos bem-sucedidos são vocês leitores, mas acreditamos que o caminho que seguimos não poderia ter sido melhor. Decidimos optar por esse visual rock’n’roll, que apesar de ser uma das mais usadas na moda, nunca perde seu frescor… Ainda mais numa época em que a moda parece caminhar pra uma estética mais punk, mais gótica. Nosso ponto de partida foi o desfile da Balmain na última semana de moda de Paris.

Pegamos essa imagem inicial e a enchemos de referências do nosso universo, do universo de quem freqüenta as divertidas e montadérrimas noites do Clube Glória. Daí, esse perfume anos 80 que vemos em algumas produções. Pra linkar toda essa viagem com o lance do street, o trabalho do ilustrador, artista plástico e videografista Fabio_Biofa foi essencial. Desde “Rainbow Colors” ele queria fazer algo pro Descolex e, nesse editorial, pintou a oportunidade: ele criou lambe-lambes em tamanho gigante para “contracenarem” com as modelos. Foi super divertido pensar em situações pra essas cenas: é impagável a versão dele de Ana Wintour num casting, do fotógrafo em ação e da hostess na porta da balada… E por falar em balada, é essa a proposta final do editorial: que as meninas vejam nossas idéias pra se produzirem e se jogarem nas inúmeras festas que de hoje até janeiro devem rolar. Todo mundo que se dedicou para que esse editorial acontecesse é agradecido no final do post, mas eu preciso destacar dois nomes: Dadi Rodrigues e Juliana Santos, dois dos meus mais queridos amigos, inseparáveis nas maiores roubadas, além de talentosos e competentíssimos stylists/produtores. Vocês são demais, meninos!

Espero que gostem do trabalho!


Laís veste cardigã Surface 2 Air, camiseta Alcides e Amigos, shorts Osklen, sapato Raouda Assaf, colares Accessorize e Alcides e Amigos, bolsa Juisi by Licquor e pulseiras Trudis


Laís veste casaco Chanel para Re Portela Depot, regata Osklen e jeans Cavalera. Verônica usa vestido Osklen, pulseira Vivi Malek. Colares: Alcides e Amigos


Verônica veste camisa Aramis, shorts B.Luxo vintage, sapatos Osklen, pulseiras Trudys e luvas Alcides e Amigos


Laís veste camisa transparente Glória Coelho para Re Portela Depot, calça Mulher Elástica, cinto e luvas Alcides e Amigos, colares Trudys, Accessorize e Alcides e Amigos


Laís veste casaco B.Luxo vintage, camiseta Volunteer, cabeça e cinto Alcides e Amigos, bolsa Juisi by Licquor. Verônica usa jaqueta Uma, camiseta Calvin Klein Jeans, calça M.Officer, luvas e cinto Alcides e Amigos e cabeça Elisa Stecca


Verônica veste colete Billabong, saia B.Luxo vintage, luvas e colar Alcides e Amigos e colar Elisa Stecca

Raouda Assaf - (11) 3266-2439

No Flickr do Descolex vocês conferem as fotos de making-of e alguns extras. Passa lá, porque tá muito legal!

Esse é o povo que arrasa
Coordenação e produção: Glauco Sabino
Fotos: Rodrigo Schmidt
Styling: Dadi Rodrigues e Juliana Santos
Beleza: Ricardo Xuxa (ABÁMgt)
Modelos: Verônica e Laís Hellmann (Way)
Lambe-lambes: Fábio Biofa
Making-of: Ivy Folha
Agradecimentos: Caio Pelissari, Alex Messias, Camila Salviano, Leandro Dalpino, Itamar Augusto, Cauê Moreno e João Raposo

Tá vendo esse vídeo-mico-rículo aí em cima? Agora, na última prova do LG Ultimate Blog Challenge, eu tenho que disseminá-lo pela internet. Fodaaaa! Pra isso, só contando com a ajuda dos blogs amigos. Funciona assim: você, blogueiro, que gosta do Descolex e deste que vos escreve, embebeda o vídeo no seu blog, explicando que isso faz parte de uma prova do Desafio LG e colocando a URL do hotsite: www.desafiolg.com.br. Daí, você me avisa que fez o post e eu mando pro pessoal lá computar sua colaboração. Ai, gente, aproveita esse espírito natalino e dá uma forcinha aí, vai ;-)

Da esq. para a dir.: Jorge Wakabara, Jana Rosa, Lula Rodrigues, Vitor Angelo, Didi, Ricardo Oliveros, eu, Luigi Torre e Laura Artigas (Foto: Ivi Folha)

Eu não tive tempo antes, mas faço isso agora. Aí em cima tá a foto da nossa super divertida entrega do presente de amigo secreto dos blogueiros… A coisa rolou meio que na correria, no final do primeiro dia de Casa de Criadores, dentro da sala de desfiles. Coisa de fashionista ocupado mesmo… Rs. E sabe o que eu ganhei? Um DVD incrível sobre a Annie Leibovitz, do Vitor Ângelo. Eu não consegui assistir ainda, mas assim que rolar, eu conto pra vocês. Aproveito pra deixar um beijão pra esse povo todo e desejar a eles um ano novo incrível e um 2009 repleto de unique visitors!

Ah, e quem quiser ver mais fotos desse dia, passa no Flickr do Descolex, tá?

A disputa foi grande. Nunca vi um post no Descolex ter tanto comentário como esse… Coisa linda: foram 742 votos na promoção de aniversário do blog! E depois de um trabalho de preso contando voto por voto, cheguei ao resultado. Dos e-mails válidos (tipo eleição, gente!), o quadro ficou assim:

Tiago Arrais – 44%
Nilo – 37%
Barbara – 11%
Diogo – 3%

Parabéns a quem ganhou e super obrigado a quem participou. Os vencedores terão um mês pra entrar em contato comigo no contato@descolex.com para que possamos acertar a entrega dos prêmios. Valeu, pessoal!!!

Estou que não me agüento de ansiedade pra assistir ao show da Madonna aqui em São Paulo. Depois de 15 anos sem pisar no país, acho que essa é a minha última oportunidade de ver ela no palco (ao menos que ela ainda tenha pique pra mais uma turnê e eu tenha a sorte de estar numa cidade que ela vai passar… Meio impossible, né?). Tenho reparado que tem muita gente dizendo que adoraria ir, mas não comprou o ingresso. Por isso, um toque: tem ingresso vendendo ainda e dá pra comprar sem stress nenhum! São duas opções: ou você adquirir pela internet ou pela central de vendas, no telefone 4004-3100. O show do ano rola nos dias 18, 20 e 21, no estádio do Morumbi.

E se você é muito fã dela como eu e acha que sabe tudo da diva, entre nesse quiz aqui. Garanto que só os maiores fãs completarão o desafio com 100% de aproveitamento! Recado dado, nos vemos lá!!!

[Este é um post patrocinado. Todas as ações de publicidade aqui realizadas serão sempre informadas e escolhidas criteriosamente, para que estejam de acordo com o principal objetivo deste blog: oferecer ao leitor informações que sejam interessantes e relevantes.]

Era mais um trabalho de conclusão de curso universitário fadado a entrar pra biblioteca da faculdade e ser esquecido. Mas, o estudante Edson Soares aceitou a sugestão de um dos membros de sua banca avaliadora, o cineasta Kiko Goifman, e resolveu inscrever o primeiro média-metragem da vida dele na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. E não é que meses depois ele recebeu um convite para exibir seu filme no evento? “Sneakers – Entrando de Sola na Cultura Urbana” teve três exibições na programação normal e ainda foi parar na repescagem da competição. A obra traz nomes como Alexandre Herchcovitch (estilista), Fabio Cristiano (skatista), Fabrício Costa (designer da Nike), Flavio Samelo (artista plástico e fotógrafo) e João Braga (historiador de moda) expondo suas experiências e mostrando suas coleções de tênis, lógico. Em cerca de uma hora de filme, ele mostra o que é um sneaker head, fala do crescimento dessa cultura do culto ao tênis, além de moda, música, artes e tendências.


Edson Soares (Foto: HelenaN/Flickr)

Aqui, você confere o bate-papo com ele sobre a cultura sneaker no Brasil e sobre a odisséia de se fazer um TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) sem nenhum recurso financeiro, porém com muita criatividade:

Descolex: De onde veio a idéia desse tema?
Edson Soares:
Em 2006 fiz um intercâmbio de um pouco mais de um ano na França. Lá, do lado da sorveteria onde eu trabalhava, tinha uma sneaker shop. Foi assim que descobri que existe esse tipo de loja pequena, com modelos de tênis que você não encontra em magazines. Quando voltei pra São Paulo, vi que as primeiras lojas desse tipo já tinham sido abertas. Além disso, numa viagem a Goiás – eu sou de lá – um cara veio perguntar pra mim do tênis que eu estava usando. Ele sabia tudo do modelo, de quando tinha sido criado, por quem, quais eram os materiais… Fiquei impressionado. Como um cara naquele fim de mundo sabia tanto? Descobri, lógico, que a internet é fundamental. Todo mundo, de qualquer lugar, pode ser um sneaker head. Daí eu tava pra me formar, precisando decidir meu TCC e resolvi fazer um filme sobre o tema.

D: Quanto tempo você levou entre roteiro, produção, filmagem e edição? Como foi esse processo?
E.S:
Eu primeiro assisti ao “Just for Kicks”, um filme francês sobre o tema. Depois, entrei em contato com o Ricardo Nunes, editor do SneakersBr, pra ele me ajudar, me dar umas dicas… De janeiro a março fiquei nessa pré-produção. Entre março e maio eu filmei e, em junho, editei. O grosso do filme ficou pronto em seis meses, enfim. E tudo sem orçamento: uma câmera era da faculdade e uma outra eu emprestei. Para as gravações, contei com a ajuda dos amigos. Elaborei um cronograma e passei pra todo mundo perguntando quem podia me ajudar em que, dentro daquelas datas. Uma amiga que faz administração, por exemplo, e que nunca pegou numa câmera, me ajudou nas filmagens. A edição foi em casa mesmo. Já as animações, que dão uma cara super profissional ao trabalho, eu coloquei depois, pra a apresentação na Mostra.

Pedacinho da coleção de um dos entrevistados no filme (Foto: Edson Soares/ Flickr)

D: Qual foi a entrevista mais bacana desse documentário? Aliás, como você chegou a essas pessoas?
E.S:
Uma das entrevistas mais importantes foi com o Flávio Samelo. Ele foi um divisor de águas no filme, porque parecia que eu tava meio cru nas entrevistas que fiz antes dele. Com o Flávio, senti que pela primeira vez eu estava inserido no universo sneaker. Daí, as entrevistas seguintes foram melhores que as primeiras, senti uma evolução natural do processo criativo. Para chegar nesses nomes, foi por indicações durante o trabalho de pesquisa e do pessoal que comentava no blog do filme. Todo mundo deu pitacos e ajudou muito. No começo, por exemplo, eu tinha medo de conversar só com colecionadores, aí sugeriram o professor João Braga, que deu um tom mais didático e embasamento teórico pro que estava sendo apresentado no filme.

D: E como rolou de apresentar seu TCC na Mostra?
E.S:
Quando apresentei o filme na USP, um dos membros da minha banca avaliadora era o Kiko Goifman. Ele enxergou o filme sob uma ótica antropológica e curtiu pra caramba. Disse que eu tinha que inscrever o filme em festivais… Pô, o cara é um cineasta super respeitado, eu acreditei que ele devia saber o que estava falando, né? Resolvi inscrever. Coloquei no correio e esqueci. Até porque eu tinha certeza que não ia rolar. Seu eu entrasse no festival de Goiânia, tudo bem. Mas, na Mostra Internacional de Cinema? Passou um mês, um mês e meio, até que recebo um e-mail da organização da Mostra fazendo o convite. Eu estava trabalhando na hora que vi o e-mail, dei um grito no escritório que ninguém entendeu. Fiquei muito feliz, mais feliz do que quando recebi o diploma. Foram três sessões na mostra e uma repescagem depois.

D: Como você sentiu a recepção do público?
E.S:
Tiveram duas sessões que lotaram. Na primeira, tinha muita gente desse universo senaker. Foi legal! Também descobri que o filme é engraçado… As pessoas riam em determinadas partes. Na saída, os mais velhos vinham falar comigo espantados com o fato de existirem pessoas que colecionam tênis.


Popó e Jimmy, da sequência “batalha de customizadores” do filme (Foto: Edson Soares/ Flickr)

D: Tem planos de lançá-lo comercialmente?
E.S:
Tá rolando uma conversa com potencial patrocinador para ele financiar uma leva de cópias para distribuição gratuita. Eu não quero perder de vista que esse é um filme independente, feito sem grana, sabe? E eu tô sofrendo bastante, porque não entendo nada de produção executiva. Então, tá indo meio devagar essa negociação.

D: Você é um sneaker head?
E.S:
Não. Tenho alguns tênis só, uns sete pares eu acho. O meu preferido é um Puma Clyde High Top branco. Tá mega detonado, mas eu amo ele. Se eu achar outro igual, eu compro uns dois… Bom, acho que to um pouquinho sneaker head, sim (risos).

D: E a cultura sneaker no Brasil? Tá crescendo?
E.S:
Aqui, temos um limitador que é complicado: a questão da grana. É muito mais difícil pra um jovem brasileiro comprar um tênis do que nos EUA, por exemplo. Lá, com um trabalhão de verão, ele compra vários. Mas isso também não impede tanto o crescimento dessa cultura. O cara que curte, junta a grana e compra. E essa galera se comunica muito. O menino daqui fala com o cara da Alemanha, que avisa que saiu um modelo lá, que não tem em outro lugar do mundo… Ele compra, envia pelo correio pro cara daqui. Tem gente que já se ligou nesse potencial e começou a monetizar, a ganhar grana com esse mercado. O potencial do Brasil é enorme.

Vai lá , gente!

 

Tenho amigos que super me condenam porque eu sou fã de Harry Potter… Aos 13 anos li o primeiro livro da série de J.K Rowlling e não parei mais. Dez anos depois, terminei o último dos sete volumes com a mesmicima (ou até maior) empolgação do primeiro. É a minha porção nerd: li todos os livros do Senhor do Anéis, adoro um filme de magia e quando tinha uns 16 anos jurava que ia ter poderes que nem aquelas minas do filme “Jovens Bruxas” (sem comentários… Rs). Então imaginem minha empolgação quando descobri que existe um gênero musical chamado “Wizard Rock”?

Cartaz de um festival de Wizard Rock

A história não é nada nova. Começou em 2002, quando os irmãos Joe and Paul DeGeorge, de Massachusetts, nos EUA, resolveram criar o grupo “Harry and the Potters”, com figurino, letras e músicas meio indie baseadas nas peripécias do bruxinho. Até aí, tudo bem. Outras bandas já fizeram musicas inspiradas em séries de livros (lembra do lance entre Led Zepellin com “O Senhor dos Anéis”?), mas o fenômeno que parece ter surgido depois desses meninos é único. Uma série de bandas de rock bruxo foram pipocando pelos EUA (e não em Londres, de onde Harry vem, só pra constar): “Draco and the Malfoys”, “Talons & Tea Leaves”, “Owl Post” e “Whomping Willows” são alguns dos mais de 200 grupos já listados no site Wizard Rock, um grande fórum pra divulgação dos shows, letras e novidades do gênero.


Os irmãos Joe and Paul DeGeorge, do grupo “Harry and the Potters”

Para cada personagem de Potter, há uma banda de rock bruxo correspondente, cantada pela perspectiva do personagem. “Harry and the Potters”, por exemplo, tem músicas sobre salvar Gina Weasley e seu rival romântico Dino Thomas. “Draco and the Malfoys” ridicularizam Harry por seu complexo de herói e pedem a Voldemort para acabar com Harry de uma vez por todas…


“Harry and the Potters”


“Draco and the Malfoys”

Tá achando tudo isso bobagem? Pois saiba que muitas das bandas realmente começaram como brincadeiras, mas passaram a ser levadas a sério (especialmente a “Siriusly Black”, um grupo de rap bruxo). Hoje, as bandas estão gravando álbuns, vídeos, compilações, fazendo turnês e, como Harry, tentando salvar o mundo. De verdade. Através de ações coletivas como a “Harry Potter Alliance” (Aliança Harry Potter) e compilações para caridade como o “Wizards and Muggles Rock for Social Justice” (Rock Bruxo e Trouxa para Justiça Social), esse grupos de rock bruxo conectam as questões do livro com as do mundo real: levantam fundos, fazem apresentações de caridade e espalham o gênero pelo mundo. É esperar pra essa onda chegar no Brasil. Isso se já não tem um grupo de maracatu bruxo lá em Pernambuco, né?

O Descolex completa neste mês dois anos no ar! Nesse período, muita coisa boa aconteceu graças a ele. Além de uma maneira de começar a trabalhar com moda, que é uma coisa que hoje eu amo fazer, o blog me permitiu conhecer muitos amigos… Pessoas que sempre estão aqui comentando, mandando sugestões e contribuindo pra que ele fique cada vez mais legal. E pra tentar agradecer a vocês, pensei há algumas semanas em realizar uma promoção. Minha vontade era de dar presente pra todo mundo, mas como isso seria impossível, separei itens que algumas marcas gentilmente enviaram pra cá. Olha que bacana:

O clássico New Balance 574, em versão colorida

Boné New Era

Tênis slip-on da Spirito Santo 

Camisetas da Miink

Junto com cada um desses presentinhos, vão ainda duas bonecas de papel que a Denise Brandt mandou com todo o carinho pra quem lê o Descolex:

Bonecas de papel de Denise Brandt

E como você faz pra ganhar isso? É simples: indique o Descolex para seus amigos e peça que eles votem no seu nome aqui nos comentários. Os cinco mais votados levam. O primeiro colocado escolhe primeiro o que quer ganhar, depois o segundo colocado e assim em diante. Quanto mais pessoas escreverem seu nome aqui nos comentários, mais chances de ganhar. Só uma coisa: não adianta enviar votos com e-mails falsos, porque o sistema de comentários checa se o endereço é valido, tá? Participem!!!

Anuncie no Descolex