A Magia do Tênis

Jogar tênis é quase sempre mais interessante do que assistir a um jogos de tênis pela televisão. Talvez seja o contrário do futebol, em que as pessoas assistindo se emocionam e gritam e choram mais do que jogando. Lembrei disso diante minha impaciência de acompanhar a Copa Davis desse ano. Mesmo com a participação dos melhores tênistas do mundo, e sendo a maior competição entre países do tênis, não consegui animar para acompanhar. O Brasil esse ano foi eliminado pela Croácia. Desde 2003, nos tempos de Guga, que não jogamos no primeiro escalão da Davis, o Grupo Mundial. E parece que isso está longe de acontecer.

Em contrapartida, os torneios do Grand Slam arruinam minhas tardes e noites onde não consigo desgrudar da televisão. Com certeza bati meu recorde esse ano durante o U.S. Open. O Sportv2 abria as transmissões meio-dia e fechada meia-noite. Acompanhei em média três jogos a cada transmissão. Começava às seis da tarde ia até acabar. São nos torneios do Grand Slam que os jogos de tênis ganham dimensões épicas pra mim. Há uma aura mágica que envolve os campeonatos de Roland Garros, Wimbledon, U.S. Open e Australia Open. É quando os jogos transcendem o esporte.

O último torneio do Grand Slam desse ano foi o U.S. Open, onde Roger Federer levou o pentacampeonato. O próximo será o Australia Open que começa dia 19 de janeiro. Até lá, antes de ficar minhas tarde e noites em frente a televisão, pretendo compartilhar aqui curiosidade que fazem do tênis um esporte fascinante. Não pretendo fazer análises aprofundadas nem repetir as notícias dos cadernos de esportes. Compartilharei curiosidades que fazem do tênis um esporte divertido e acompanhar e de jogar. Espero trocar bons voleios com vocês.

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Categorias: tênis